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Como funciona trocar a bateria do carro?

Não é todo mundo que entende realmente como essa peça central funciona – e não tem problema nisso! A coisa boa é que, ao compreender um pouco mais sobre sua utilidade e funcionamento, você poderá conservá-la por mais tempo. Isso trará  uma vantagem e tanto a longo prazo. Acompanhe este artigo que a Unidas fez para você e saiba mais sobre como funciona para trocar a bateria do carro.

A principal função da bateria é mandar energia para o motor de arranque, que é um pequeno dispositivo elétrico responsável por acionar o motor do veículo. O que isso significa? Sem bateria, o motor não liga e o carro não sai do lugar.

Ao dar partida no carro, lá embaixo do capô o circuito entre motor de arranque e bateria é fechado. A partir desse momento, a bateria entra em estado de repouso. Nesse sentido, após cumprir sua tarefa e enquanto o carro estiver ligado, ela não é utilizada para alimentar outros sistemas. E aí, então, a missão fica para o alternador que, inclusive, irá recarregar a bateria.

Estando o automóvel desligado, a bateria volta à cena se você utilizar alguma função elétrica. São papéis secundários da peça, porém que adiantam muito no quesito conforto – quando estamos no carro à espera de alguém ou no trânsito, e decidimos ligar o rádio ou abrir o vidro, por exemplo.

A função da bateria é muito simples, importante e indispensável: ligar o carro. Sem bateria, sem movimento!

Muitas das coisas legais que você faz no carro, como ouvir música, acender as luzes e outras utilidades elétricas, são algumas tarefas pelas quais bateria é responsável quando o carro está desligado. Entretanto, esse não é o papel principal.

A bateria acabou! E agora? Como funciona a troca de bateria?

Em grande parte dos casos, este problema é solucionado com um procedimento de assistência cujo nome popular é chupeta. Um par de cabos conectados a uma bateria carregada liga o motor do veículo. Com o motor trabalhando, o alternador carrega a bateria que estava descarregada.

Entretanto, se a chupeta não resolver o problema, a bateria acabou de verdade e deve ser substituída.

A bateria tem vida útil e é necessário que ela seja trocada. Afinal, a bateria funciona por meio de componentes químicos que vão se desgastando de acordo com seu uso. Segundo especialistas automotivos, a média de vida útil de uma bateria é de 2 a 3 anos. Além disso, é comum também que carros novos e seminovos modernos venham com baterias mais eficientes de fábrica.

Quais cuidados devo ter para prolongar a vida da bateria do carro?

Há algumas ações que podem ser feitas para garantir uma vida mais prolongada à bateria do seu carro, como:

Evitar deixar o automóvel parado por muito tempo – o ideal é que pelo menos uma vez por semana ele rode alguns quilômetros.
Evitar utilizar a parte elétrica do carro durante muitas horas seguidas, se ele estiver desligado.
Fazer os procedimentos corretos de instalação da nova bateria.
Desligar os faróis ou o acendimento automático antes de dar a partida para puxar menos carga da bateria.

Você pode identificar que a vida útil da bateria do carro está chegando ao fim quando a partida do carro não funciona como deveria: é possível ouvir o som e a velocidade do motor de arranque, depois de girar a chave, quando normalmente estão mais lentos.

Há duas formas de identificar de maneira assertiva se sua bateria está se esgotando:

Consultar o próprio visor de diagnóstico da peça. Ele trata-se de um dispositivo na bateria que alerta para a necessidade de substituição.
Ir até uma loja de autopeças ou oficina mecânica e solicitar o diagnóstico da bateria – esse profissional utilizará um aparelho que irá fazer a análise e imprimir um pequeno relatório alertando para a necessidade ou não de troca.




Como funciona a troca dos pneus de carros

O grande benefício em aprender como funciona a troca dos pneus de carro é que assim você garante algumas economias de oficina. Além disso, jamais ficará na mão em caso de precisar realizar essa ação.

Muitas pessoas pensam que os pneus de carro estão associados somente ao visual ou são simplesmente os “pés” do veículo. Entretanto, você sabia que eles são muito mais uma questão de segurança?

Exatamente. Compreender a importância em se fazer a manutenção e trocar os pneus quando necessário evitará acidentes, transtornos e multas ao motorista. O seu veículo estará muito mais seguro e acidentes relacionados a esse quesito podem ser descartados. Confira o artigo que a Unidas preparou para você.

Tipos de pneus de carro

Esta é uma das dúvidas constantes entre os motoristas. Antes de chegar no real assunto deste artigo, você precisa saber quais são os tipos de pneus de carro existentes no mercado. Não basta somente combinar com o carro, ele deve ser funcional e seguro.

Existem os pneus de carro de uso on-road (predominante em asfalto), off-road (de utilização em estradas de terra e lama) e misto (ideal para os dois solos). Entretanto, se você é adepto de trilhas e natureza, escolha um off-road. Agora, se sua vida for urbana e sua realidade é passar algumas horas no trânsito da cidade grande, escolha um on-road.

Outros detalhes a observar – se o pneu é:

Assimétrico: irá conciliar exigências opostas – em pisos secos, quanto mais borracha em contato com o solo, maior a aderência. E em pisos molhados o pneu é mais resistente à aquaplanagem.
Run-on-flat: trata-se de uma tecnologia que garante um alto nível de segurança em caso de furo ou impacto severo – ele é bem resistente.
High performance: alto desempenho e suportam altas velocidades e temperaturas.

Agora sim. Vamos ao que te trouxe até aqui.

Como funciona a troca dos pneus de carro

A melhor maneira de entender como funciona a troca dos pneus é na prática. Para isso, enumeramos um passo-a-passo descomplicado! Confira:

1. Estacione o carro em um lugar seguro e estável

Antes da troca de pneu acontecer, é fundamental garantir que ele esteja estacionado em um local estável que não permita que o carro deslize. Se estiver em uma rodovia, por exemplo, pare o mais longe possível do tráfego e ligue o pisca-alerta.

2. Prepare o carro

Antes de abrir a porta e descer do veículo, puxe o freio de mão e coloque o câmbio em modo “estacionado”, em primeira ou em marcha à ré. Após isso, coloque um objeto pesado como uma pedra, na frente das rodas dianteiras e traseiras, assim você irá evitar que o carro se movimente.

3. Pegue o estepe e o macaco

Pronto! Agora, sim, vai começar o processo de troca do pneu do carro. Pegue o macaco e coloque-o sob a lataria do carro, ao lado do pneu furado. Lembre-se de encaixá-lo na canaleta, uma parte metálica projetada justamente para recebê-lo. E, se não encontrar o local correto, basta ler o manual de instruções.

4. Levante o macaco até que ele apoie o carro

Após encaixar o macaco de maneira correta, levante-o até que o carro pareça apoiado de forma firme, sem levantá-lo do chão. Certifique-se também de que o macaco esteja perpendicular (ângulo de 90 graus) ao chão.

5. Tire a calota e afrouxe os parafusos

Em sentido anti-horário, gire a chave de roda e deixe os parafusos soltos, sem desprendê-los de maneira total. Ao deixar ao pneu em contato com o chão, a retirada da calota será mais fácil, já que apenas os parafusos serão girados e não a roda.

6. Levante um pouco mais o pneu

Tendo o auxílio do macaco, será necessário levantar um pouco mais o carro, para que o pneu murcho seja retirado e o estepe encaixado. Seguindo o movimento de suspensão do carro, certifique-se de que ele esteja estável. Se isso não acontecer, desça o macaco e corrija o problema.

7. Remova os parafusos e o pneu

Ainda no sentido horário, continue a girar os parafusos, até que estejam soltos o suficiente para serem removidos. Depois, remova o pneu furado e coloque-o sob o veículo. Se o macaco ceder, ele servirá como um amortecedor para o veículo.

8. Ponha o estepe no eixo

Tendo o estepe em mãos, encaixe-o no eixo, deixando as cavidades dos parafusos bem alinhadas. Lembre-se de que a válvula da câmara de gás deve estar virada para fora, jamais em direção ao veículo.

9. Aperte os parafusos

Coloque os parafusos em seus devidos lugares e, com a chave de roda, dê uma volta em cada um. Por fim, aperte-os até o fim, até que todos estejam apertados da mesma maneira. E, quando o carro estiver novamente no chão, aperte os parafusos uma vez mais.

10. Desça o carro e retire o macaco

Após fixar todos os parafusos, baixe o macaco, retire-o e coloque a calota no lugar. O pneu furado deve ser guardado no porta-malas e, em algum outro momento, levado ao borracheiro. De tempos em tempos, verifique o estepe para certificar-se de que ele esteja pronto para ser utilizado. Afinal, nunca se sabe quando ele será útil.




Conheça as placas de trânsito

Qualquer pessoa que esteja habilitada a dirigir qualquer tipo de veículo motorizado no país precisa passar por uma verdadeira alfabetização paralela. Trata-se de uma linguagem específica que orienta enquanto você dirige seu carro.

Por esse motivo é necessário reforçar esses ensinamentos fundamentais para a segurança no trânsito. Confira o artigo que a Unidas preparou para você e vamos relembrar as minúcias das placas de trânsito e seus significados.

Conhecendo as placas de trânsito e seus significados

Sabemos que todos os motoristas precisam passar por um curso de 45 horas de aulas teóricas sobre questões essenciais acerca do trânsito, dentre as quais se destacam os significados das placas, bem como instruções para provar seus conhecimentos em prova teórica. Todas essas informações nem sempre são fixadas de forma definitiva na mente dessas pessoas depois de habilitadas.

O que foi apresentado no levantamento da Associação Nacional dos DETRANS (AND) em 2015 apontou que o Brasil possui mais de 60,7 milhões de condutores e nem todos eles conhecem de fato os significados das placas de trânsito.

Por esse motivo, vamos relembrar esse conhecimento indispensável para a segurança e as boas práticas no trânsito diário. Para começar, é necessário destacar que o Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN) divide as placas de trânsito em três macrocategorias separadas.

São elas: as placas de regulamentação, advertência e indicação. Mostraremos os detalhes nos próximos pontos:

1 – As Placas de Regulamentação

A “macrocategoria” que possui as placas de regulamentação são, de forma geral, as mais conhecidas entre os motoristas de trânsito. Mas isso não acontece por acaso.

Essas placas são responsáveis por alertar obrigações, proibições, condições ou restrições no uso das vias por parte dos motoristas. Caso sejam negligenciadas ou desrespeitadas pelo condutor, tendem a acarretar multa.

As placas de regulamentação são de fácil reconhecimento, uma vez que têm por característica comum a coloração vermelha nas bordas e um fundo branco. Seus símbolos, independente de serem desenhos, números ou letras, são responsáveis por transmitir sua mensagem.

Mesmo sendo claras quanto a sua “construção”, são fáceis de guardar na memória pelas penalidades que acarretam. Essa macrocategoria de placas de trânsito também pode ser confundida por quem não a estudou da forma certa.

Ao todo, a categoria “placas de regulamentação” contém 31 placas. São elas:

– Dê a Preferência
– Parada Obrigatória
– Velocidade Máxima Permitida
– Sentido Obrigatório
– Passagem Obrigatória
– Siga em Frente
– Vire à Esquerda
– Vire à Direita
– Siga em Frente ou à Esquerda
– Siga em Frente ou à Direita
– Sentido Proibido
– Proibido Virar à Esquerda
– Proibido Virar à Direita
– Proibido Retornar
– Proibido Mudar de Faixa de Trânsito
– Carga Máxima Permitida
– Altura Máxima Permitida
– Largura Máxima Permitida
– Peso Máximo Permitido por Eixo
– Comprimento Máximo Permitido
– Estacionamento Regulamentado
– Alfândega
– Uso Obrigatório de Correntes
– Conserve-se à Direita
– Veículos Lentos Usem Faixa da Direita
– Mão Dupla
– Pedestre Ande pela Esquerda
– Pedestre Ande pela Direita
– Proibido Estacionar
– Proibido Parar e Estacionar
– Proibido Ultrapassar

2 – As Placas de Trânsito de Advertência

Seguindo com as placas de trânsito e seus significados, falaremos sobre à macrocategoria das “placas de advertência”. Como o nome já diz, são utilizadas para alertar os condutores a respeito de situações específicas.

Essas situações podem se referir a condições perigosas na estrada, por exemplo, indicar um semáforo ou uma lombada à frente, ou ainda à possibilidade de presença de animais selvagens na pista.

As placas de advertência também auxiliam os motoristas que possam não conhecer as nuances do caminho ao avisar este condutor sobre o caráter sinuoso da pista, um cruzamento de vias ou uma curva acentuada.

Em sua grande maioria, as placas de advertência possuem um formato quadrado, posicionado na diagonal, o que nos dá a impressão ótica da figura geométrica de um losango.

Existem algumas exceções como: as placas que indicam sentido único ou duplo sentido – que têm por condição geométrica a figura de um retângulo; e a placa que sinaliza a chamada “Cruz de Santo André”, que possui um formato peculiar – que se assemelha a um “X”.

Temos, então, 60 placas diferentes na categoria sinalizações de advertência. São elas:

– Estreitamento de Pista ao Centro
– Estreitamento de Pista à Esquerda
– Estreitamento de Pista à Direita
– Ponte Estreita
– Ponte Móvel
– Obras
– Mão Dupla Adiante
– Sentido Único
– Sentido Duplo
– Área com Desmoronamento
– Pista Escorregadia
– Projeção de Cascalho
– Trânsito de Ciclista
– Trânsito de Tratores ou Máquina Agrícola
– Trânsito de Pedestre
– Área Escolar
– Passagem Sinalizada de Escolares
– Crianças
– Animais
– Animais Selvagens
– Altura Limitada
– Largura Limitada
– Passagem de Nível sem Barreira
– Passagem de Nível com Barreira
– Início da Pista Dupla
– Pista Dividida
– Aeroporto
– Vento Lateral
– Rua Sem Saída
– Cruz de Santo André
– Curva Acentuada à Esquerda
– Curva Acentuada à Direita
– Curva à Esquerda
– Curva à Direita
– Pista Sinuosa à Esquerda
– Pista Sinuosa à Direita
– Curva Acentuada em “S” à Esquerda
– Curva Acentuada em “S” à Direita
– Curva em “S” à Esquerda
– Curva em “S” à Direita
– Cruzamento de Vias
– Via Lateral à Esquerda
– Via Lateral à Direita
– Intersecção em “T”
– Bifurcação em “Y”
– Entroncamento Oblíquo à Esquerda
– Entroncamento Oblíquo à Direita
– Junções Sucessivas Contrárias Primeira à Esquerda
– Junções Sucessivas Contrárias Primeira à Direita
– Interseção em Círculo
– Confluência à Esquerda
– Confluência à Direita
– Semáforo à Frente
– Parada Obrigatória à Frente
– Bonde
– Pista Irregular
– Saliência ou Lombada
– Depressão
– Declive Acentuado
– Aclive Acentuado

3- As Placas de Indicação

Está é a última “macrocategoria” do artigo sobre as placas de trânsito e seus significados. Elas também chamadas de placas de localização e são utilizadas para auxiliar o motorista no reconhecimento de onde ele está, o “GPS raiz” para informá-lo sobre onde ele pode chegar ao seguir por determinada via.

Conforme as definições do DETRAN, as placas de indicação podem ser divididas entre aquelas que identificam rodovias, cidades e as zonas de interesse de tráfego. Essas placas são geralmente encontradas na pista como indicativo de qual direção se encontra tal cidade ou por qual quilômetro da “BR” o motorista está passando.

Também podem ser definidas como sinalizações que indicam a distância até que o motorista chegue a um determinado local. Ainda existem pessoas que viajam sem fazer uso de aplicativos como “Waze” ou “Google Maps”, e costumam se guiar, por exemplo, pela chamada “altura da rodovia”.

Ainda dentro desse grande escopo das placas de indicação, temos também outras subcategorias dentre as quais estão contidas:

3.1 – Placas Educativas – não se limitam aos condutores, também sendo destinadas às conscientização e educação do comportamento dos pedestres dentro do trânsito.

As sinalizações contidas nesta subcategoria são:

– Use Cinto de Segurança
– Obedeça a Sinalização
– Só Ultrapasse com Segurança
– Pare Fora da Pista
– Ultrapasse Somente Pela Esquerda
– Longo Trecho em Declive
– Luz Baixa ao Cruzar Veículos
– Não Ultrapasse com Faixa Contínua
– Sob Neblina use Luz Baixa
– Sob Neblina Reduza Velocidade
– Verifique os Freios

3.2 – Placas de Atrativos Turísticos – essas indicam os pontos de turismo da cidade ou de lugares próximos do ponto em questão. Não só informando o nome do lugar, essas sinalizações também trazem um símbolo referente àquele atrativo.

As placas contidas nesta subcategoria são:

– Placa Diagrama
– Placa de Identificação de Atrativo Turístico
– Placa Indicativa de Distância
– Placa Indicativa de Sentido
– Placa Indicativa de Sentido Posicionamento na Pista

3.3 – Placas de Serviços Auxiliares – outra subcategoria dentro do escopo das placas indicativas. Esse tipo de sinalização aponta o caminho para determinados lugares voltados à prestação de serviços.

Dentro desse item estão contidas as placas de:

– Serviço Mecânico
– Abastecimento
– Serviço Sanitário
– Restaurante
– Área de Campismo
– Aeroporto
– Estacionamento de Trailer
– Área de Estacionamento
– Hotel
– Serviço Telefônico
– Transporte sobre Água
– Ponto de Parada
– Passagem Protegida para Pedestre
– Pronto Socorro
– Conheça outras placas de trânsito complementares

Além das ”macrocategorias” fundamentais, as placas de trânsito e seus significados possuem outras sinalizações de extrema importância para a orientação do comportamento dos motoristas na estrada.

Uma delas trata das placas de sinalização de obras, que não são sinalizações fixas e só são colocadas em locais em que existe uma obra em andamento no momento. Todas possuem fundo alaranjado com seus símbolos colocados na cor preta. A maioria delas possui a forma geométrica de um losango, tendo como exceção aquelas que indicam “desvio”, que são retangulares.

São essas e tantas outras placas que fazem a sinalização no trânsito. Sempre relembre as categorias e as estude para nada passar despercebido.




Como proceder em uma blitz policial

Não é novidade mais que a polícia realize operações blitz, tanto nas vias urbanas, quanto nas rodovias. Essa é uma forma de realizar uma fiscalização preventiva no trânsito.

A palavra blitz vem do alemão, e seu significado faz total sentido: relâmpago. Isso porque essas fiscalizações geralmente são repentinas e não têm nenhuma divulgação dos locais onde serão feitas.

No final das contas, acabou se tornando o pior pesadelo dos motoristas; a maioria tem medo de ser parada em uma blitz, os motoristas ficam nervosos no momento da abordagem, não sabendo como agir nessas circunstâncias, o que contribui para tornar o quadro ainda mais negativo.

Quem pode realizar blitz ?

A Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Federal são os agentes responsáveis que podem atuar em blitz. Essa atribuição está disposta no CTB (Código de Trânsito Brasileiro) e não fala, especificamente, sobre blitz.

Os artigos do Código de Trânsito que possui as informações necessárias são os artigos 20, sobre policiais rodoviários federais, e 23, sobre policiais militares. Confira o que dizem os textos desses artigos:

Art. 20. Compete à Polícia Rodoviária Federal, no âmbito das rodovias e estradas federais:

(…) II – realizar o patrulhamento ostensivo, executando operações relacionadas com a segurança pública, com o objetivo de preservar a ordem, a incolumidade das pessoas, o patrimônio da União e o de terceiros.

Art. 23. Compete às Polícias Militares dos Estados e do Distrito Federal:

(…) III – executar a fiscalização de trânsito, quando e conforme convênio firmado, como agente do órgão ou entidade executivos de trânsito ou executivos rodoviários, concomitantemente com os demais agentes credenciados.

Vemos que, a partir do que consta na legislação vigente, os agentes das respectivas polícias estão habilitados a “realizar patrulhamento ostensivo” e a “executar a fiscalização de trânsito”.

Ambas as afirmações implicam na possibilidade de fiscalizar os motoristas com o objetivo de garantir a segurança no trânsito e evitar que condutores ou veículos fora dos pré-requisitos dessa mesma legislação circulam livremente pelas vias.

Como agir caso seja parado?

Assim que avistar esse tipo de fiscalização, ou aconteça de um agente lhe solicitar a parada em uma blitz, há algumas condutas que você pode adotar para evitar transtornos.

A primeira dica a ser dada é que, antes de falar sobre a conduta, conheça os seus direitos e a legislação. Saber os seus direitos vai ajudá-lo a compreender até que ponto o policial pode agir e quais tipo de ações são consideradas abusivas, e você exercerá seu dever como cidadão.

Ainda assim, é possível tomar algumas atitudes consideradas positivas nessas situações e que vai ajudar você a ficar mais tranquilo e não deixarão espaço para o policial duvidar de suas intenções.

Quando avistar uma blitz à frente, diminua a velocidade. Tentar desviar ou aumentar a velocidade vai chamar atenção dos policiais e pode gerar complicações.
Caso o agente solicite que você pare, apenas obedeça.
Quando o policial estiver se aproximando do seu veículo, mantenha as mãos em um local visível, no volante de preferência, e não faça movimentos bruscos.
Seja respeitoso ao falar com o policial e evite conflitos. Dessa forma, você não abrirá precedentes para uma acusação de desacato.
Apresente os seus documentos e os do veículo quando solicitados.
Não ultrapasse o bloqueio policial sem autorização.

A dica número 6 foi baseada no próprio CTB. O artigo 210 do Código prevê que transpor um bloqueio policial sem autorização caracteriza infração de trânsito gravíssima.

Caso isso aconteça, você terá de pagar uma multa de R$ 293,47  e, de quebra, um processo de suspensão do seu direito de dirigir iniciado, por se tratar de uma infração suspensiva.

O que tem sido muito comum ultimamente são os avisos por meio de chats e redes sociais sobre a localização das blitz. Embora essa prática não seja ilegal, pelo menos oficialmente, ela acaba burlando o elemento surpresa, característica principal dessa forma de fiscalização.

Por esse motivo, as polícias acabam por fazer blitz itinerantes e outras, fiscalizações que variam seu local para continuarem a surpreender os motoristas e a cumprir a função do objetivo principal.

Mantenha sua documentação sempre em dia. Uma vez dentro da normalidade, você não terá com que se preocupar.




Quais são os tipos de insulfilm para carros?

Com o passar do tempo fomos nos familiarizando com o uso do insulfilm nos veículos. Hoje é praticamente comum o vermos na maioria dos carros, uma vez que se trata de um fator a mais de segurança, com a possibilidade de diminuir a visibilidade dentro do carro, além de muitos outros benefícios que o seu uso traz para o usuário.

Por esse motivo, neste artigo, fizemos uma pequena listagem das vantagens do uso da película protetora, assim como deixar esclarecido para o motorista o que diz a lei, visto que se esse recurso não for utilizado de acordo com as regras estipuladas pelo Contran, o condutor corre o risco de ser multado.

Saiba as vantagens do uso de Insulfilm para veículos
Garante a proteção contra os raios UV

Os raios UV, com o tempo, acabam danificando o carro, causando descoloração do estofado, ressecamento do painel e de outras partes expostas ao sol. De quebra, esses raios solares acabam atingindo as pessoas no interior do veículo, que podem também sofrer consequências com a incidência excessiva do sol sobre a pele.

O insulfilm também possui a função importante de proteção contra essas ações tão danosas à saúde das pessoas, bem como a conservação do interior dos veículos. No fim das contas, chega a bloquear até 70% de incidência de raios UV.

Controla a luminosidade

Outro benefício do uso de insulfilm para carros é em relação ao excesso de claridade. Com essa película, é possível manter a luminosidade adequada. Muita claridade pode acabar atrapalhando a condução segura do veículo, e ainda causar cansaço e danos à visão.

Esse acessório consegue reduzir a transmissão luminosa, torna o ambiente no interior do carro bem mais confortável, oferecendo maior bem-estar e sensação de segurança.

Reduz o calor no interior do veículo

Nos dias mais quentes, o insulfilm acaba contribuindo muito para o controle de temperatura no interior do carro. Isso ajuda consideravelmente na diminuição da intensidade do ar-condicionado, proporcionando mais conforto para o motorista e passageiros.

Evita que estilhaços caiam sobre os bancos da frente em uma colisão

A película reforça os vidros do carro, deixando-os mais fortes, mais resistentes a impactos e evitando o estilhaçamento. Caso ocorra uma colisão, por exemplo, não haverão ferimentos graves por conta de cacos de vidro.

Contribui para a estética dos veículos

Se a intenção também é dar aquela característica mais requintada ao veículo, o insulfim cumpre bem a função. Os vidros mais escuros deixam o carro mais moderno e sofisticado, fazendo com que todo o design e características dos automóveis sejam evidenciados.

Promove a privacidade, aumentando a sensação de segurança

Outro grande benefício que os motoristas veem no insulfilm, sobretudo para quem mora nos grandes centros urbanos, é a certeza de que terão uma privacidade maior, automaticamente garantindo mais segurança.

As películas deixam os vidros mais escuros, o que dificulta para quem está do lado de fora do veículo identificar as pessoas que estão no seu interior.

Quais são os tipos de películas disponíveis?

Existem no mercado vários tipos de películas automotivas: as consideradas ruins, as regulares, as boas e as excelentes.

Vale ressaltar que o preço vai variar de acordo com a qualidade do produto, mas, como já diz o ditado, o barato pode sair caro. Sendo assim, o mais indicado é buscar por um insulfilm bem avaliado no mercado e que esteja dentro de suas possibilidades financeiras.

Confira as películas mais comuns:

Básica: é a mais popular e também a que possui os valores mais acessíveis. Contudo, em questões de qualidade é a que mais deixa a desejar, com transparências que vão de 5% a 35%.
Avançada: conta com as mesmas características da básica, mas sua fabricação tem uma qualidade um pouco melhor, pois possui uma proteção solar maior e conforto térmico, dentre outros fatores que geram um aumento no valor do produto. Sua transparência varia de 5% a 50%.
De segurança: é também chamada de forma incorreta de semiblindada, uma vez que não existe nada de blindado no produto. Ela é bem parecida com a básica, mas tem uma película mais espessa, o que aumenta a segurança dos ocupantes do veículo, uma vez que, além de reter os cacos de vidro em casos de impactos, ela torna o vidro um pouco mais resistente. Ainda assim, ela não impede que ele se quebre. O índice de transparência varia de 5% a 35%.

De para-brisa: geralmente é a top de linha das marcas, por possuir melhor qualidade que as demais e limites de transparência que atendam a 75% de visibilidade, como manda a lei. Para ficar ainda melhor, ela conta com uma tecnologia que bloqueia os raios solares, permitindo um maior conforto térmico no interior do veículo.

Gostou das vantagens e as múltiplas opções para aderir ao insulfim? Essa é uma forma prática de solucionar vários incômodos para quem está na direção.




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